A crise econômica que assola a maioria dos municípios
brasileiros não chegou ao gabinete do prefeito de Rio das Ostras, Marcelino da
Farmácia (foto). Levantamento feito em portais da prefeitura constata que o
município gasta cerca de R$ 5 milhões anuais com funcionários deste setor. R$
360 mil por mês.
70% são de “comissionados”, que entram no serviço público sem
concurso e que assumem o cargo por ser “amigo do rei”. Somente com esses cargos
são 62 servidores.
Por meio de seu portal, a Prefeitura negou que um desses
servidores ganhe o “modico” salário de R$ 15 mil.
Seja o que for, os gastos com assessores do Gabinete não
compensam os serviços prestados á população.
Em relação a obras pouco ou nada se vê. De costume velhas
pinturas de meio fio e colocação aqui e ali de sinais de trânsito. Muito pouco.
O município carece de infraestrutura. Nesta época do ano, qualquer chuva mais
forte alaga bairros inteiros. Foi o caso do Recantos. Em novembro um temporal
deixou a localidade, que tem grande parte das ruas sem pavimentação, submersa.
A mesma coisa ocorreu no Vilage, com ruas completamente alagadas.
Mas se investimento em obras de pavimentação e drenagem é
nulo, em outros setores a Prefeitura esbanja dinheiro. Em janeiro abriu
licitação para comprar 122 veículos ao custo de R$ 8.095.636 (oito milhões e
seiscentos e trinta e seis mil reais). Os carros, segundo o governo ,atenderão
secretarias e departamentos. Muitos são de luxo
Enquanto se gasta com carros a saúde vive o caos. Tanto no
pronto-socorro quanto no hospital da criança, usuários reclamam na demora no
atendimento. Para piorar, Rio das Ostras carece de diversos exames, o que obriga
os pacientes a se deslocarem para outros municípios. Já nos postos de saúde, a
população reclama da falta de médicos.
Resumo de tudo. Rio das Ostras via atual governo, prefere
gastar com servidores cujo trabalho é pouco efetivo e esbanjar em compras milionárias
de automóveis, enquanto a população sofre com a Saúde e o saneamento. Não é
Marcelino?
FONTE: JORNAL DOS MUNICÍPIOS






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