Vereador
afastado desde o início de 2018 por decisão da Justiça, Thiago Ferrugem (PR)
passará a frequentar Brasília, mas não por conta de seus recursos contra a
condenação no caso Chequinho, que lhe cassou o mandato. Ele foi nomeado
secretário parlamentar no gabinete do deputado federal Wladimir Garotinho
(PRP), de quem é amigo de infância. A informação é do Informe O Dia.
Ferrugem
também foi presidente da Fundação Municipal da Infância e Juventude e
secretário de Desenvolvimento Humano e Social no governo Rosinha.
Ele recebeu
3.959 votos na eleição de 2016, assumiu o cargo de vereador, mas estava entre
os 10 investigados, e posteriormente condenados, na Chequinho.
A condenação
em primeira instância aconteceu no início de 2017. Em maio do ano seguinte, seu
recurso foi julgado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Foi a primeira
decisão não unânime no caso Chequinho. O plenário do TRE manteve a condenação
de Ferrugem, último dos 10 eleitos em outubro de 2016 e que ainda não havia
sido julgado pela Corte Regional.
Na ocasião,
dois desembargadores - Nagib Slaibi e Herbert Cohn - votaram favoráveis à
anulação do processo de Ferrugem e ao retorno à primeira instância, enquanto
outros quatro seguiram o entendimento anterior em outros casos da Chequinho e
mantiveram a condenação.
No início de
julho seguinte, Ferrugem teve julgado e rejeitados, os Embargos de Declaração o
que levou a seu afastamento da Câmara de Campos, como aconteceu com Jorge Magal
(SD), Vinicius Madureira (PRP), Jorge Rangel (PTB), Miguelito (PSL), Thiago
Virgílio (PTC), Linda Mara (PTC), Ozéias (PSDB), Kellinho (sem partido) e
Roberto Pinto (PTC), além do primeiro suplente Carlinhos Canaã (PTC).
Quem foi
chamado para ocupar sua vaga foi Dr. Ivan Machado, que obteve 782 votos. Além
disso, Thiago Ferrugem também foi condenado em Ação Penal da Chequinho, na qual
ele ainda recorre.
FONTE: FOLHA
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