A petição cita denúncias sobre atividades
político-partidárias e vantagens econômicas ilícitas pessoais, familiares e
empresariais em campanhas eleitorais municipais relacionadas a seu irmão,
suspeitas relacionadas à sua empresa, o Instituto Brasiliense de Direito Público
(IDP), casos de suspeição e impedimento do ministro e até mesmo sua posição em
relação à diminuição da pena do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O pedido também diz que ele atuou em caso em que era
suspeito, ao soltar Jacob Barata Filho — o ministro foi padrinho de casamento
da filha do rei do ônibus no Rio.
Para o senador Marcos do Val, o ministro procedeu “de modo
incompatível com a honra, dignidade e decorro nas funções de ministro do
Supremo Tribunal Federal, crime de responsabilidade”.
Agora o pedido feito por Marcos do Val será analisado pelo
presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). Cabe a ele acatar ou descartar
a solicitação.
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