De acordo com o Executivo, a medida foi tomada com base em razões de interesse público, considerando as restrições orçamentárias atuais e a priorização de investimentos em áreas essenciais como saúde, educação e infraestrutura. A justificativa aponta que a concessão de um benefício financeiro a agentes políticos com subsídios mensais vai na contramão da moralidade administrativa e da prudência na gestão dos recursos públicos.
O documento também ressalta que o valor proposto seria desproporcional à realidade econômica local e poderia impactar o orçamento do Poder Legislativo. Embora a Câmara Municipal possua autonomia financeira por meio do repasse do duodécimo, o prefeito destacou a importância de aplicar os recursos com responsabilidade, visando a eventual devolução de sobras para ações que beneficiem diretamente a população.
O veto agora segue para apreciação da Câmara Municipal, que avaliará a decisão conforme as normas do Regimento Interno.
Natividade FM






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